Easy like sunday morning

fevereiro 22, 2010 - por Juliane - arquivado em blogs, felicidades, fotografia, inspirações, moda, mulherzices
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Final de semana, na continuidade dos passos desse post para “encontrar” um estilo, fiz a limpa no armário, de novo, e ainda encontrei coisas inúteis lá, e conclui que realmente meu guarda-roupas e eu não estamos falando a mesma linguagem, hehe. Tirei tudo o que não uso MESMO, fiz a limpa nos sapatos, abri sacolinhas misteriosas que estavam há tempos separadas para serem organizadas, separei o que mais gosto de usar e o que ainda preciso levar na costureira. Também organizei as pastinhas de inspirações fashion e idéias, joguei fora o que eu acho que não tem mais a ver comigo. Porque estilo é uma coisa que evolui né, quanto mais agente vai se conhecendo, mais vai definindo.

Tirei fotos dos meu sapatos favoritos, que já estou com vontade de usar em um clima mais friozinho, e dos cintos, que são ótimos pra dar uma renovada no look, hehe. O pobre Mary Jane, da Melissa, já está todo arranhado, de tanto que uso.

Se tem uma peça que hoje eu gostaria de abolir sem dó do armário, essa peça seria a calça jeans. Ok, exageros à parte, óbvio que é quase impossível não ter pelo menos um jeans né? Mas ano passado, em uma aula de estética, o professor perguntou pra sala o que seria uma peça de roupa confortável, todo mundo respondeu calça jeans né, praticamente todos na sala estavam vestindo isso, menos o prof querido que adora usar umas calças estranhas, haha, mas ele disse que não, o jeans não é mais o tecido mais confortável, principalmente na forma de calça, e óbvio, todo mundo discordou. Mas aí aquilo ficou na minha cabeça, e é verdade, somos condicionados a usar calça jeans, mas pense, um calça legging é mil vezes mais confortável, meia calça é mais confortável, uma calça de linho é mais confortável. Fui ampliando meus horizontes e vendo mil outras possibilidades além da dupla “jeans + blusinha” que deixa agente sempre com a mesma cara.

Não escondo de ninguém que venho me apaixonando mais e mais por vestidos e saias, que podem ser usados com meias coloridas no inverno, mas estou amando ainda mais o estilo vintage, com carinha de antigo, não dá pra negar que deixa qualquer mulher mais elegante e sempre bem vestida. E a volta dos conjuntinhos também é muito amor.

Lookbook da Orla Kiely

Modcloth.com

Musas inpiradoras, haha: KeikoCarrieAmandaAya

E links bacanas para a semana:

- Post da Tamie, me inspirou para a semana
- Tutorial de como colorir meia calça
- As melhores fotos do Flickr, tem muita coisa legal
- Screencaps de filmes <3
- SPOILERS da 6ª temporada de Lost!

 


Cabelos e amores

fevereiro 16, 2010 - por Juliane - arquivado em cabeleira, felicidades, fotografia, inspirações, la vida, pessoal
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Faltando menos de duas semanas para o reinício das aulas bateu aquele desânimo. Não queria estar assim, mas é quase invitável quando se tem muitas coisas pra fazer, coisas chatas por sinal. Ok, ok, coisas legais também, mas com o calor horrendo que estava não conseguia nem dormir direito, fiquei uma semana só no cochilo, agora imagina se dava vontade de outras coisas, nah.

E preciso urgentemente fazer alguma coisa com meu cabelo. Agora em fevereiro faz um ano que estou deixando crescer, e não tinha cabelos compridos desde, sei lá, bastante tempo. Só quem tem ou já teve cabelo curto sabe o sacrifício que é deixar crescer. E quando digo cabelo curto, é CURTO, não é no ombro não, que isso é cabelo médio, hahaha. Acho engraçado quem tem medo de cortar as madeixas e quando corta cinco dedos acha que deu uma baita diferença, eu nunca tive medo disso, porque meus cabelos crescem mais que mato, é volumoso e indefinido, aquela coisa linda. Além dele ter vida e personalidade próprias e diferentes da minha, óbvio. Enfim, progressiva aqui vou eu, porque né. E também queria mudar a cor, mas em relação a isso estou com medinho, porque a cor do meu está legal, mas queria um ruivo meio loiro.


Fotos do We Heart It, não sei quem são os autores, sorry

Ah, e lembrei de comentar que estou usando shampoo e condicionador Wave Control, da Vult,  e olha, muito bom mesmo. Não ganho nada fazendo propaganda, mas tem um cheiro tão gostoso e deixa os ondulados bem definidos.

Comprei a primeira Polaroid pra futura coleção, haha. Tão lidinha que dá vontade de pagar um absurdo pelos filmes só pra usar ela de verdade. E o namorado tinha me prometido de presente uma câmera melhor e comprou uma Canon Rebel XT, e no fim o meu presente virou dele, que ficou empolgado e agora quer virar fotógrafo, haha. Eu apóio né, quase nem gosto de fotografar.

Be nice, porque fotógrafo iniciante tira foto até do rabo do cachorro, ainda estou aprendendo, mas acho que logo estarei pronta pra usar o tripé e fazer fotografias de looks, ou não. Por enquanto fiquem com o Dom, gato da minha irmã, a própria na salinha de costura onde deixamos as roupas que estamos criando e mais algumas besteiras sem sentido.

E a promoção do site da Loja Melissa, quem resiste? Aproveitei pra comprar a Three Straps Elevated, que pra mim é uma das poucas que valem o dindim na coleção de verão. Já para o inverno 2010 tenho uma listinha considerável porque gostei de vários modelos. Na verdade eu gosto muito de Melissas, mas como a maioria acaba dando algum problema pra mim, no fim não compro por receio, além de, claro, o fator financeiro, porque né.

Loop e Magic

Ultragirl Branca de Neve e Temptation

Troupe e Joy

Só pelamor, não compro modelos com glitter nem com flocado!

 


A life less ordinary

janeiro 27, 2010 - por Juliane - arquivado em felicidades, inspirações, la vida, pessoal
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As vezes eu olho pra esse blog, em como ele tem representado minha vida nos últimos meses e acho tudo muito cor-de-rosa. E esse era justamente meu objetivo quando decidi começar a postar com mais frequência. Ter uma vida mais cor-de-rosa.

Pensando assim pode até parecer que as coisas são fáceis e simples, ou até que eu sou uma boba alegre que bate palminhas pra tudo o que é fofo, ou que sou uma pessoa que só enxerga copos cheios, mas sabe, minha vida não estava sendo fácil de uns anos pra cá. Eu digo não estava não é porque os problemas sumiram, mas porque eu comecei a me reencontrar. Me decidi por, pelo menos tentar, fazer as coisas diferentes, ver as situações mais positivas, me encontrar fazendo o que amo e porque não, me cercar disso? Viver disso? E quando digo viver não é no sentido de ganhar dinheiro, é de viver mesmo, lifestyle, haha.

Nos últimos dez anos da minha vida: meus pais se separaram e isso gerou um desequilíbrio óbvio em todos os envolvidos nesse processo, afinal não se vive dezessete anos de uma maneira e de repente, opa, a vida diz que não pode mais, claro que agente se perde um pouco no caminho e tem que se reencontrar. Depois minha mãe casou de novo, e a vida virou uma bagunça, e não faltou apoio ao novo relacionamento não, foi simplesmente o fato da pessoa escolhida ser meio desequilibrada e trazer infinitos problemas psicológicos e financeiros.

Foram brigas e mais brigas e mais brigas, e olha, chegou ao ponto do insuportável, só quem vive em um lugar onde todo diálogo vira discussão sabe. Eu morei cinco anos em um lugar que odiava, e mesmo assim fazia de tudo pelas pessoas ao meu redor. Eu amadureci, paguei contas, cuidei da casa, tive que sustentar uma família, fui a rocha necessária. Mas ninguém é rocha né? Fiquei doente, mas nunca fui ao médico por medo. Tive poucos amigos que aguentaram ficar do meu lado. Um era meu cachorro, que fui obrigada a me desfazer, e até hoje é uma culpa que carrego por não ter tentado um pouco mais. E outra amiga, de confiança, pouco mais de um ano atrás virou as costas e sem nem dizer o que fiz de errado foi morar em outro país, nunca mais falou comigo. Fui perseguida por um maluco no trabalho que fuçou toda minha vida virtual, tirou minha privacidade e me assediou moralmente, o que me fez ter um medo incrível de escrever qualquer coisa que não fosse protegida por senha. E ainda existe um lado mais negro, que não vou escrever aqui, pelo simples fato de que não quero ter que me lembrar.

Em resumo, durante um bom tempo, isso era tudo o que conseguia ver. Já se vão quase dois anos que mudei de casa, conheci novas pessoas, saí do círculo em que estava. E ao mesmo tempo estou me reencontrando. Este blog tem me ajudado, e muitas vezes pessoas que nem imaginam estar fazendo isso, também. Uma foto, uma palavra, uma roupa nova que representa o que estou sentindo agora. Nada dura pra sempre, e assim como eu achava que a nuvem negra nunca ia passar, sei que o momento cor-de-rosa também vai, queira eu ou não. Então não quero me acomodar, quero viver esse momento de verdade, e me lembrar dele. Por isso estou registrando ele dessa maneira aqui.

Sem dúvidas este começo de ano está sendo feliz, Janeiro está se findando e já ouço pessoas reclamando do tempo passando rápido demais. Aliás, eu ouço pessoas reclamando praticamente de tudo, e posso ser sincera? Durante esses anos cinzentos convivi dia e noite com gente assim, meio amarga, muito irônica com tudo, superiores a simplicidade da vida, e absorvi isso, me peguei pensando assim também, e não quero mais. Não é acordar todo dia com sorriso de orelha a orelha, dar bom dia pra desconhecidos, nunca ficar triste, pelo contrário, é se permitir, se conhecer, ter mais contanto consigo mesmo e descobrir que mesmo nos piores dias, existem sim coisas boas acontecendo, mesmo que não seja com você, porque também é bom ficar feliz pelos outros. E além de tudo, pelo menos tentar ser feliz.

Pra terminar, eu redescobri no meio das coisas que nunca desecaixotei, um livrinho bobo e simples, cheio de boas idéias e conselhos, é legal abrir ele de vez em quando e ler uma delas. Pra variar ele tem a minha cor favorita, cor-de-rosa.

 


Good vibrations…

janeiro 23, 2010 - por Juliane - arquivado em decoração, felicidades, fotografia, inspirações
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Só fui acumulando assuntos pra postar aqui durante essa semana, tanta inspiração que não vai caber em um único post! Fiz tantas coisas e foi tão corrido que acabei não tendo tempo mesmo de formular textos, tirar fotos e depois editá-las. Foi uma semana cheia de coisas boas!

Pra começar, vou fazer auto-propaganda aqui, hehe, do novo blog de brechó que estou participando com outras queridas do twitter, o Desapegamos!, nascido de uma conversa informal entre nós. Lá em casa agente sempre teve o hábito de doar, de tudo, tanto que não tenho UM brinquedo da infância pra contar a história, o trato era toda vez que ganhássemos coisas novas doar as usadas, então sempre dei minhas roupas, mas claro que ficavam aquelas que eu tinha carinho, ainda achava que ia usar, mesmo sabendo, no fundo, no fundo, que ia ficar aaaanos no armário até que eu acabaria doando. Por que não vender? Lá estou vendendo justamente essas que estão quase novas e sem uso mesmo.

E também fiz um Formspring, que, creio eu, provavelmente vai acabar morrendo empoeirado, hahaha. Mas se por acaso alguém tiver alguma coisa para perguntar: formspring.me/velvetsnow

Estou apaixonada por câmeras Polaroid e pensando seriamente em adquirir uma, nem que seja pra decoração, já que os filmes tem um preço bem salgadinho por aqui. Aliás, alguém sabe onde comprar online esses filmes? Enfim, dá pra fazer muitas coisas bacanas com as fotos, principalmente em decoração…


A Elsie tem uma coleção de câmeras e essa tatuagem LINDA!


Polarois e camas bagunçadas <3

E como quem não tem cão caça com gato, no DeviantArt dá pra encontrar diversas molduras e actions para Photoshop e fazer as próprias polaroids fake. É só buscar pelas palavras actions ou polaroid frame dentro da categoria Application Resources.


As minhas “polaroids”

E fotinhos de aquisições que tinha colocado só no TwitPic. O porta cartões é made in china e a estampa é pirata, mas tinha Fifi Lapin, e não resisti, tive que comprar, por menos de dez reais. Já o sapato foi comprado na seção INFANTIL da Renner, hahaha, não me acreditava quando estava experimentando… a Quézia, minha amiga, que encontrou por lá, aliás ela sempre encontra pechinchas, esse custou vinte e pouquinhos reais.

 


Comprinhas e descobertas

janeiro 17, 2010 - por Juliane - arquivado em felicidades, fotografia, inspirações, moda, mulherzices, pessoal
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Mesmo com a chuva que caía ontem pela manhã, a Cris e eu não desistimos e fomos caminhar no centro da cidade em busca de tecidos. Ainda bem que a preguiça não falou mais alto, encontrei tecidos lindos e descobrimos um brechó digno aqui em Joinville. A primeira quinzena de Janeiro têm sido ótima, e quero aproveitar o ânimo pra continuar os pequenos planos que fiz.

Pra mim, atualmente, vale muito mais a pena mandar fazer roupas na costureira do que comprar pronto. Primeiro pela exlusividade, porque mesmo que outra pessoa compre o mesmo tecido, provavelmente a peça não vai ser igual, além do que as magazines da vida estão sempre recheada de tendências (ughhh), fica difícil encontrar uma peça que não esteja necessariamente em todas as outras vitrines. Segundo pelo preço, que sai igual ou menor do que comprar na loja, e ainda é sob medida. Não me atrevo a costurar, porque né, não foi esse o talento que recebi na área da moda.

tecidos e blusas compradas no brechó

cintinho fino

Ainda estou exercitando a coragem pra bater fotografias de corpo inteiro pra colocar aqui, tenho medo da gongação, hahaha. Mas quando as roupitchas ficarem prontas, com os tecidinhos que comprei, com certeza vou querer fotografar. Por enquanto as idéias pra cada compra.

saia cintura alta com laço

vestido tomara-que-caia

saia tulipa

bata regata soltinha + renda

 

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