segunda-feira, 21-01-2008 | | filmes, pessoal, rabugices

Ando sim bem relapsa com esse blog. Nem as páginas de extras consegui terminar ainda. Mas trabalho + péssimo computador me fazem desistir de muitos planos nerds. Durante o dia penso em mil coisas pra vir até aqui escrever, e quando sento na frente do teclado, puff, some tudo, o famoso “bloqueio criativo”, que me afeta também na hora de desenhar.

Enfim, os momentos em que não estou ás voltas com a Barbie e as Princesas da Disney, tenho olhado sites como o Etsy, onde dá pra comprar praticamente de tudo, desde bolsas, acessórios antigos, quadros, até itens de papelaria, o Flickr, que tem fotógrafos e artistas maravilhosos, e, thanks God, não foi corrompido por fotologers, além de ficar procurando sites de cortes de cabelo legais, o que é praticamente um hobby, já tenho uma pasta cheia de idéias, por mais que nunca vá usar a maioria. Ah, tem também a comunidade de revistas japonesas de moda “scaneadas” (tenho certeza que não existe essa palavra) inteirinhas, um achado, porque essas revistas geralmente são muito caras aqui no Brasil.

Também assisti alguns filmes, tenho que lembrar de anotar pra não esquecer. Sábado fomos ao cinema, e Gil e eu, pela primeira vez no ano, porque só esse fim de semana entrou um filme decente que deu vontade de assistir, “Eu Sou a Lenda“, com o Will Smith, de quem eu não sou fã, mas vou com a cara. E claro, como eu amo um fim do mundo trágico (qual não seria?), adorei esse, até porque não acho que seja difícil acontecer um extermínio em massa provocado por um vírus, é só dar uma olhada nos últimos acontecimentos mundiais. Só não gosto de zumbis (e ETs, mas eles não estão no filme), e na minha opinião, isso foi a única coisa que deixou o filme meio irreal, mas valeu pela primeira cena em que eles aparecem, quando o personagem do Will Smith que não lembro o nome agora, está em uma sala escura, iluminando só partes, tipo fiquei nervosa, hahaha.

E tá, era isso, mais uma semana pela frente agora.










Nenhum comentário em “Esse blog é a lenda…”