janeiro 30, 2008 - por
Juliane - arquivado em
felicidades
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Que emoção, minha primeira telinha pintada! To me sentindo no prézinho, e a sensação é muito boa. Aliás, crianças, pé na bunda de seus psicólogos, não existe terapia melhor do que pintar, e depois abram uma conta no Etsy e vendam suas obras em dólar, e fiquem ricas, dúvido que alguém aconselharia isso.
 Mas bem, a foto não faz jus á obra de arte que criei (cof, cof). Não sejam malvados, é a primeira, e óbvio cheia de erros, ainda mais quando tentei passar essa caneta preta ponta fina no contorno, pois ela simplesmente mancha com água, tinta, ou qualquer coisa lÃquida que se aproximar. Era pra ser um presente de aniversário para minha tia, que ama gatos, mas acho que vou ter que dar algo a mais pra não ficar tão pobrinho, hahaha.
janeiro 25, 2008 - por
Juliane - arquivado em
felicidades, pessoal
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Então ontem fui fazer exatamente o que tinha vontade, saà do trabalho meio-dia e fui à s Livrarias Curitiba, me enchi de papéis, canetas coloridas, pastinhas, e até canetas para tecido, que eu nem sei quando vou usar, mas estava com vontade e comprei. Desde o inÃcio do ano eu tinha parado de desenhar e (tentar) colorir, e essas são coisas que simplesmente me fazem um bem danado. Pricipalmente em uma semana cheia de trabalho e sem nada de namorado, de quem eu estou quase morta de saudade. DaÃ, para não subir pelas paredes nem brigar o dia interinho com minha mãe, eu resolvi ocupar o tempo ocioso treinando meu traço, tentando encontrar um estilo que me encaixe melhor, e querendo muito aprender técnicas novas para colorir, pintar, etc. Já procurei, mas nesta cidade não existe curso decente de nada relacionado a ilustração, só a faculdade de Artes Visuais, mas aà eu não tava afim de virar professora de educação artÃstica, e no fim fico vendo trabalhos de artistas na internerd e tentando descobrir como foi que eles fizeram seus desenhos. Um dia quem sabe eu consiga aprender. Aliás, se alguém souber de sites com tutoriais de illustração eu ficaria grata.
E de tão empolgada que estou com meu lado artÃstico aflorando comprei até umas telas para pintar com tinta acrÃlica, telas baratinhas e pequeninhas pra começar, se ficar bonito coloco fotos aqui.
E aqui estão algumas coisas dos últimos dias, dá pra ver as fotos melhores no meu Flickr.







Balinhas de goma, minhas favoritas

E esse é o Tedy me ajudando muito na hora de desenhar.
janeiro 23, 2008 - por
Juliane - arquivado em
felicidades, pessoal
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-stickers
-street art
-papel de carta
-desenhos infantis
-papéis coloridos
-desenho de bonecas estilizadas
-cores, muitas cores
-passarinhos
-canetas estabilo
-canetas hidrocor
-desenho em traços
-colagens
E amanhã eu vou desejar entrar em uma papelaria e levar tudo o que tiver vontade, de papéis à giz pastel. Vou desejar extrair meus sentimentos através de formas e rabiscos.
janeiro 21, 2008 - por
Juliane - arquivado em
filmes, pessoal, rabugices
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Ando sim bem relapsa com esse blog. Nem as páginas de extras consegui terminar ainda. Mas trabalho + péssimo computador me fazem desistir de muitos planos nerds. Durante o dia penso em mil coisas pra vir até aqui escrever, e quando sento na frente do teclado, puff, some tudo, o famoso “bloqueio criativo”, que me afeta também na hora de desenhar.
Enfim, os momentos em que não estou ás voltas com a Barbie e as Princesas da Disney, tenho olhado sites como o Etsy, onde dá pra comprar praticamente de tudo, desde bolsas, acessórios antigos, quadros, até itens de papelaria, o Flickr, que tem fotógrafos e artistas maravilhosos, e, thanks God, não foi corrompido por fotologers, além de ficar procurando sites de cortes de cabelo legais, o que é praticamente um hobby, já tenho uma pasta cheia de idéias, por mais que nunca vá usar a maioria. Ah, tem também a comunidade de revistas japonesas de moda “scaneadas” (tenho certeza que não existe essa palavra) inteirinhas, um achado, porque essas revistas geralmente são muito caras aqui no Brasil.
Também assisti alguns filmes, tenho que lembrar de anotar pra não esquecer. Sábado fomos ao cinema, e Gil e eu, pela primeira vez no ano, porque só esse fim de semana entrou um filme decente que deu vontade de assistir, “Eu Sou a Lenda“, com o Will Smith, de quem eu não sou fã, mas vou com a cara. E claro, como eu amo um fim do mundo trágico (qual não seria?), adorei esse, até porque não acho que seja difÃcil acontecer um extermÃnio em massa provocado por um vÃrus, é só dar uma olhada nos últimos acontecimentos mundiais. Só não gosto de zumbis (e ETs, mas eles não estão no filme), e na minha opinião, isso foi a única coisa que deixou o filme meio irreal, mas valeu pela primeira cena em que eles aparecem, quando o personagem do Will Smith que não lembro o nome agora, está em uma sala escura, iluminando só partes, tipo fiquei nervosa, hahaha.
E tá, era isso, mais uma semana pela frente agora.
janeiro 14, 2008 - por
Juliane - arquivado em
felicidades, pessoal
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A primeira lembrança que tenho é da barriga da minha mãe, não muito nÃtida na memória, uma fotografia borrada tirada da mente de uma criança de dois anos. E minha mãe falando do bebê novo que viria. Nunca o considerei meu inimigo, e a mãe diz que logo eu quis doar solÃcita minha cama para a nova criatura. Depois as lembranças pulam para um rostinho gordinho e sorridente, olhinhos brilhantes, vezes verdes, vezes azuis, e a mão fofa que eu sempre pegava para subir no ônibus que nos levava até a escolhinha, ou quando precisava atravessar a rua. E a infância foi um mundo restrito a duas meninas que brincavam de casinha e bolinhos feitos de barro (desde aquele tempo apreciadoras de cupcakes), de vez em quando aparecia o vizinho e os três faziam planos para quando pudessem comprar todos os brinquedos que só existiam no catálogo. Até o dia, próximo do Natal, em que os três comeram todos os papais noéis de chocolate que haviam sido cuidadosamente pendurados pela mãe na árvore, enquanto a mesma trabalhava. Nas férias as viagens para Santa Maria, visitar a tia que nos fazia comer espinafre. Certa vez, descendo as escadas do prédio, comecei a pular dois degraus de uma só vez, e ela então, tentando imitar, saiu rolando até o chão, e aos quatro anos teve o braço quebrado. Depois andava toda boba com aquele gesso, colhendo moranguinhos na casa de um avô postiço. Também durante as viagens, fomos pela primeira vez ao cinema, que infelizmente teve que ficar com porta aberta durante aquela sessão, afinal ela tinha medo do escuro. Então veio a mudança de cidade, e na minha memória estão os trotes passados para as pizzarias, o tapete cheio de brinquedos espalhados, quando Ãamos para a escola depois do almoço, e eu ainda pegava na mão ao atravessar a rua, que já não era tão fofa, pois ela já estava do meu tamanho. A essas alturas minha mente já guarda imagens nÃtidas da pessoa que passou por todos os momentos da minha vida junto comigo. E na grande maioria, ao lado dela, foram felizes, Mesmo já casada ela vem tomar café aqui em casa alguns dias da semana e agente conversa como se o tempo nunca tivesse passado. Daà sábado, dia 12, ela estava de aniversário, e eu precisava escrever (mesmo sem ter um pingo de escritora) um pouquinho sobre essa jornada. Então Cris, feliz aniversário, minha irmã

Cris, de braço quebrado, e eu, colhendo moranguinhos
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