Rapididinha

fevereiro 4, 2010 - por Juliane - arquivado em moda, pessoal, rabugices
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Tenho a impressão que meu cérebro deu uma derretida com os últimos dias de calor por aqui. Vontade de me enfiar em uma piscina de gelo, haha. Olha, eu sou defensora do verão, amo sol, praia, ficar descalça e comer sorvete, coisas que não tem graça alguma no mínimo frio (ok, praia no inverno também é legal), mas acho que já comecei a querer uma temperatura mais amena. Não é aquele frio todo, é só um ventinho fresco pra poder colocar um casaco leve e, quem sabe, uma meia calça né. Até porque estar bem vestida e maquiada não combina com calor, eu não aguento usar maquiagem no verão, só uso corretivo, rímel e no máximo um batonzinho durante o dia, e deixo o resto só pra noite. Na hora de pensar o que vestir, não tem muito jeito, é uma roupa leve e um sapato que não inche os pés. Atualmente sou adepta do mendiga style.

Pra completar o calor insuportável, claro, uma semanda de muuuuito trabalho, muuuuito estresse, pessoas berrando do outro lado do telefone e pedindo tudo pra ontem. A corda sempre arrebenta do lado mais fraco né, o que, no meu caso, significa o meu pobre blog. E minha dignidade também, porque andar por aí maltrapilha, com um humor do cão, descabelada, cheia de olheiras… ando fugindo de qualquer coisa que possa me fotografar nesses dias.

Sabe o que eu queria? Andar por aí arrumadinha, cheirosinha, vestindo a coleção Twist da Forever 21, hahaha. Sério, a coleção toda é lin-da.

Uma grande pena eles não entregarem no Brasil, mas eu não culpo, com o serviço cocozento dos Correios ninguém deveria entregar por aqui, deveria haver um boicote geral. Pra ter uma idéia, comprei uma camiseta há 3, TRÊS meses atrás na 80’s Tees e até agora nada. E era presente pro namorado.

No mais, além de trabalhar, nesses últimos dias fiz minha primeira tatugem, comecei aulas de natação, terminei de ler dois livros, recebi meu sapato oxford <3 (comprei aqui), vendi algumas coisas no Desapegamos, assisti alguns filmes e devo ter engordado alguns quilos, pra não perder o costume.

 


A life less ordinary

janeiro 27, 2010 - por Juliane - arquivado em felicidades, inspirações, la vida, pessoal
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As vezes eu olho pra esse blog, em como ele tem representado minha vida nos últimos meses e acho tudo muito cor-de-rosa. E esse era justamente meu objetivo quando decidi começar a postar com mais frequência. Ter uma vida mais cor-de-rosa.

Pensando assim pode até parecer que as coisas são fáceis e simples, ou até que eu sou uma boba alegre que bate palminhas pra tudo o que é fofo, ou que sou uma pessoa que só enxerga copos cheios, mas sabe, minha vida não estava sendo fácil de uns anos pra cá. Eu digo não estava não é porque os problemas sumiram, mas porque eu comecei a me reencontrar. Me decidi por, pelo menos tentar, fazer as coisas diferentes, ver as situações mais positivas, me encontrar fazendo o que amo e porque não, me cercar disso? Viver disso? E quando digo viver não é no sentido de ganhar dinheiro, é de viver mesmo, lifestyle, haha.

Nos últimos dez anos da minha vida: meus pais se separaram e isso gerou um desequilíbrio óbvio em todos os envolvidos nesse processo, afinal não se vive dezessete anos de uma maneira e de repente, opa, a vida diz que não pode mais, claro que agente se perde um pouco no caminho e tem que se reencontrar. Depois minha mãe casou de novo, e a vida virou uma bagunça, e não faltou apoio ao novo relacionamento não, foi simplesmente o fato da pessoa escolhida ser meio desequilibrada e trazer infinitos problemas psicológicos e financeiros.

Foram brigas e mais brigas e mais brigas, e olha, chegou ao ponto do insuportável, só quem vive em um lugar onde todo diálogo vira discussão sabe. Eu morei cinco anos em um lugar que odiava, e mesmo assim fazia de tudo pelas pessoas ao meu redor. Eu amadureci, paguei contas, cuidei da casa, tive que sustentar uma família, fui a rocha necessária. Mas ninguém é rocha né? Fiquei doente, mas nunca fui ao médico por medo. Tive poucos amigos que aguentaram ficar do meu lado. Um era meu cachorro, que fui obrigada a me desfazer, e até hoje é uma culpa que carrego por não ter tentado um pouco mais. E outra amiga, de confiança, pouco mais de um ano atrás virou as costas e sem nem dizer o que fiz de errado foi morar em outro país, nunca mais falou comigo. Fui perseguida por um maluco no trabalho que fuçou toda minha vida virtual, tirou minha privacidade e me assediou moralmente, o que me fez ter um medo incrível de escrever qualquer coisa que não fosse protegida por senha. E ainda existe um lado mais negro, que não vou escrever aqui, pelo simples fato de que não quero ter que me lembrar.

Em resumo, durante um bom tempo, isso era tudo o que conseguia ver. Já se vão quase dois anos que mudei de casa, conheci novas pessoas, saí do círculo em que estava. E ao mesmo tempo estou me reencontrando. Este blog tem me ajudado, e muitas vezes pessoas que nem imaginam estar fazendo isso, também. Uma foto, uma palavra, uma roupa nova que representa o que estou sentindo agora. Nada dura pra sempre, e assim como eu achava que a nuvem negra nunca ia passar, sei que o momento cor-de-rosa também vai, queira eu ou não. Então não quero me acomodar, quero viver esse momento de verdade, e me lembrar dele. Por isso estou registrando ele dessa maneira aqui.

Sem dúvidas este começo de ano está sendo feliz, Janeiro está se findando e já ouço pessoas reclamando do tempo passando rápido demais. Aliás, eu ouço pessoas reclamando praticamente de tudo, e posso ser sincera? Durante esses anos cinzentos convivi dia e noite com gente assim, meio amarga, muito irônica com tudo, superiores a simplicidade da vida, e absorvi isso, me peguei pensando assim também, e não quero mais. Não é acordar todo dia com sorriso de orelha a orelha, dar bom dia pra desconhecidos, nunca ficar triste, pelo contrário, é se permitir, se conhecer, ter mais contanto consigo mesmo e descobrir que mesmo nos piores dias, existem sim coisas boas acontecendo, mesmo que não seja com você, porque também é bom ficar feliz pelos outros. E além de tudo, pelo menos tentar ser feliz.

Pra terminar, eu redescobri no meio das coisas que nunca desecaixotei, um livrinho bobo e simples, cheio de boas idéias e conselhos, é legal abrir ele de vez em quando e ler uma delas. Pra variar ele tem a minha cor favorita, cor-de-rosa.

 


Good vibrations…

janeiro 23, 2010 - por Juliane - arquivado em decoração, felicidades, fotografia, inspirações
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Só fui acumulando assuntos pra postar aqui durante essa semana, tanta inspiração que não vai caber em um único post! Fiz tantas coisas e foi tão corrido que acabei não tendo tempo mesmo de formular textos, tirar fotos e depois editá-las. Foi uma semana cheia de coisas boas!

Pra começar, vou fazer auto-propaganda aqui, hehe, do novo blog de brechó que estou participando com outras queridas do twitter, o Desapegamos!, nascido de uma conversa informal entre nós. Lá em casa agente sempre teve o hábito de doar, de tudo, tanto que não tenho UM brinquedo da infância pra contar a história, o trato era toda vez que ganhássemos coisas novas doar as usadas, então sempre dei minhas roupas, mas claro que ficavam aquelas que eu tinha carinho, ainda achava que ia usar, mesmo sabendo, no fundo, no fundo, que ia ficar aaaanos no armário até que eu acabaria doando. Por que não vender? Lá estou vendendo justamente essas que estão quase novas e sem uso mesmo.

E também fiz um Formspring, que, creio eu, provavelmente vai acabar morrendo empoeirado, hahaha. Mas se por acaso alguém tiver alguma coisa para perguntar: formspring.me/velvetsnow

Estou apaixonada por câmeras Polaroid e pensando seriamente em adquirir uma, nem que seja pra decoração, já que os filmes tem um preço bem salgadinho por aqui. Aliás, alguém sabe onde comprar online esses filmes? Enfim, dá pra fazer muitas coisas bacanas com as fotos, principalmente em decoração…


A Elsie tem uma coleção de câmeras e essa tatuagem LINDA!


Polarois e camas bagunçadas <3

E como quem não tem cão caça com gato, no DeviantArt dá pra encontrar diversas molduras e actions para Photoshop e fazer as próprias polaroids fake. É só buscar pelas palavras actions ou polaroid frame dentro da categoria Application Resources.


As minhas “polaroids”

E fotinhos de aquisições que tinha colocado só no TwitPic. O porta cartões é made in china e a estampa é pirata, mas tinha Fifi Lapin, e não resisti, tive que comprar, por menos de dez reais. Já o sapato foi comprado na seção INFANTIL da Renner, hahaha, não me acreditava quando estava experimentando… a Quézia, minha amiga, que encontrou por lá, aliás ela sempre encontra pechinchas, esse custou vinte e pouquinhos reais.

 


Comprinhas e descobertas

janeiro 17, 2010 - por Juliane - arquivado em felicidades, fotografia, inspirações, moda, mulherzices, pessoal
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Mesmo com a chuva que caía ontem pela manhã, a Cris e eu não desistimos e fomos caminhar no centro da cidade em busca de tecidos. Ainda bem que a preguiça não falou mais alto, encontrei tecidos lindos e descobrimos um brechó digno aqui em Joinville. A primeira quinzena de Janeiro têm sido ótima, e quero aproveitar o ânimo pra continuar os pequenos planos que fiz.

Pra mim, atualmente, vale muito mais a pena mandar fazer roupas na costureira do que comprar pronto. Primeiro pela exlusividade, porque mesmo que outra pessoa compre o mesmo tecido, provavelmente a peça não vai ser igual, além do que as magazines da vida estão sempre recheada de tendências (ughhh), fica difícil encontrar uma peça que não esteja necessariamente em todas as outras vitrines. Segundo pelo preço, que sai igual ou menor do que comprar na loja, e ainda é sob medida. Não me atrevo a costurar, porque né, não foi esse o talento que recebi na área da moda.

tecidos e blusas compradas no brechó

cintinho fino

Ainda estou exercitando a coragem pra bater fotografias de corpo inteiro pra colocar aqui, tenho medo da gongação, hahaha. Mas quando as roupitchas ficarem prontas, com os tecidinhos que comprei, com certeza vou querer fotografar. Por enquanto as idéias pra cada compra.

saia cintura alta com laço

vestido tomara-que-caia

saia tulipa

bata regata soltinha + renda

 


Revistas japas e achados da internet

janeiro 14, 2010 - por Juliane - arquivado em blogs, inspirações, moda, pessoal, revistas
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Eu estou na semana da TPM, o que no caso significa vontade de ficar em um casulo durante uma semana, sem falar com ninguém, sem trabalhar, dormir 24 horas… por isso nem o blog se salvou, fiquei meio caidinha e sem vontade de escrever e editar fotos. Mas vamos voltar a tentativa de estar mais inspirada em 2010 néam.

Bom, entre as palavras mais procuradas, via Google, que acabam caindo no meu blog, estão as revistas japonesas, de um post que fiz um tempo atrás, mas como aquele link que eu tinha postado nem funciona mais, resolvi colocar aqui os links atualizados que tenho utilizado para download de revistas orientais.

Eu gosto de olhar essas revistas porque sempre mostram combinações de estilo muito legais e possíveis, geralmente os editoriais não são tão conceituais como em outras revistas de moda, as modelos são mais baixinhas (e eu também sou) e mostra o que dá pra valorizar nesse tipo físico, os editoriais não são recheados só de tendências e as roupas são mais fofinhas. Enfim, nem todas as revistas que são assim, algumas são mais estilo fruit, com aquela mistureba colorida e tal, mas pela capa já da ter uma noção. Abaixo as que eu mais gosto e geralmente faço download (mas tem muito mais):

Mini – Spring – Cutie – Gisele – NonNo – Mina

Além de moda, nessas que mencionei também tem maquiagem e cortes de cabelo bem bacanas. O negócio é olhar beeeem esses sites de download, porque tem revistas pra todos os gostos, só moda de rua, só de corte de cabelo, craft, decoração, noivas… E o que mais interessa, os sites:

- Japanese Fashion Magazine Scans: comunidade no Livejournal, aqui é onde dá pra encontrar a maior variedade porque todo mundo que escaneia posta o link

- Ann & Michy

- Tokyo Jam

- Kozumifan

Se alguém souber de mais um link é só avisar nos comentários.

Agora, deixa eu dizer que viciei em brechós online. Sim, estou que nem louca olhando todos os possíveis atrás de coisas interessantes. Muita gente torce o nariz quando falo que compro roupas usadas, e dizem que é coisa de pobre, hahaha, olha, rycah eu sei que não sou, e classe média minha fia, é o pobre arrumadinho. Nunca fui de comprar marcas e acho que roupas usadas podem até ser bem exclusivas, desde que em bom estado, pra mim está valendo. Infelizmente por aqui os brechós são bem pobrinhos, quando vou pra Porto Alegre um dos passeios favoritos meu e da minha irmã é desbravar a rua dos briques e brechós, já encontrei muita coisa legal por lá.

Enfim, o Busca Brechó tem uma lista imeeeensa, não cheguei nem na metade… mas minha wishlist já está bem grandinha. Outra vez, tem que olhar beeeem, procurar mesmo, assim como tem coisas feinhas tem muita coisa bacana. E logo, logo tenho uma novidade também, junto com algumas meninas companheiras de twitter.

E dentro do mesmo assunto, mas fora das minhas condições financeiras, encontrei essa loja no Esty, que vende vestidos vintage maravilhosos. Imagina usar um assim em uma festa, ou como vestido de noiva… lindos!

meu favorito <3

 

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